Estuda, estuda e não vê resultado?

Importância e dificuldades do inglês

Estamos na era da informação e do conhecimento. Os constantes avanços tecnológicos e a integração internacional através da internet fizeram com que o inglês se tornasse o idioma mais utilizado nesse ambiente. É o idioma dos congressos, dos artigos científicos, das viagens, das séries de TV, dos filmes, das músicas e tantos outros usos. Com base nisso, pode-se dizer que inglês é o idioma de interação do mundo.

Uma das situações mais comuns é que você estuda por um bom tempo, termina diversos livros ou até cursos completos em algumas escolas, mas ainda assim não fala inglês direito. Onde está o problema?

De forma geral, não há só um problema, são vários:

  • Entre eles estão os métodos milagrosos do mercado. Muitos dos quais são péssimos para se aprender, mas ótimos para as vendas de novas matrículas;
  • Outro fator complicador, presente em todas as áreas, são os profissionais/escolas picaretas. Desses não há muito o que se dizer, fuja deles. Na seção treinamentos há estatísticas do resultado do trabalho ineficaz dessas escolas. Se quiser se informar agora, clique aqui;
  • Por fim, um dos problemas mais relevantes para o bom aprendizado é a postura do aluno. Um aprendizado efetivo depende de saber o quê, quando e como estudar, porque a informação de nada adianta se não é compreendida, se não é tranformada em conhecimento, e para isso é preciso uma boa orientação.

Atualmente, momento em que os processos de compartilhamento de espaços e saberes aumenta vertiginosamente, não saber um segundo idioma é algo que tem impacto considerável tanto no estudo quanto no trabalho. E exemplos não faltam em que uma oportunidade de emprego com melhores condições, um período de treinamento em sedes de empresas no exterior ou mesmo uma vaga de intercâmbio pela faculdade foram adiadas/perdidas por falta de capacitação adequada, situação retratada nesta notícia.

Por fim, aprender pelo menos um idioma é benéfico para a cognição, auxilia na preservação das funções cerebrais durante a idade avançada e ainda lhe possibilita ver o mundo com outros olhos, contribuindo para jogar por terra preconceitos e estereótipos. Aprender um idioma é potencializar o melhor de si e contribuir para mudanças significativas no mundo ao seu redor.

Os serviços prestados pela Letras.br são personalizados e estão disponíveis na modalidade individual ou em pequenos grupos.

Com experiência no ensino de mais de 16 anos, o trabalho é desenvolvido com suas bases fundamentadas em múltiplas áreas do conhecimento, principalmente, nas Neurociências, na Psicologia, nos Estudos Culturais, na Argumentação e na Literatura.

É fato notório que, de forma bem difundida, a qualidade do ensino fundamental e médio no Brasil está entre os piores do mundo. Os resultados referentes a 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) indicam que, de 65 países avaliados, o Brasil está situado abaixo da média: em matemática (posição entre 57 e 60), em leitura (posição entre 54 e 56) e em ciências (posição entre 57 e 60). Fonte

Com os idiomas não é diferente. Passa-se anos estudando um idioma, no entanto, a taxa de aprendizado efetivo é muito baixa. Vejam alguns indicadores relacionados ao inglês:

  • EF – índice de proficiência em inglês
    Dos 60 países analisados, o Brasil está na 38ª posição, classificado como “proficiência baixa”. Fonte“É possível alegar que a maior parte da melhoria na proficiência de adultos em inglês no Brasil se deve a escolas privadas de idiomas. O sistema de educação é constantemente criticado por sua falta de qualidade.”“Enquanto o Brasil tem um “mercado local extenso e crescente”, “um dos mercados financeiro mais desenvolvidos da região” e “potencial significativo para inovação”, seu “sistema educacional ainda precisa de sérias melhoras.”“Em torno de 80% da classe média declararam não falar nenhum idioma estrangeiro.”
  • O programa Ciência Sem Fronteiras também apontou essa deficiência. Nas palavras do linguista Waldenor Barros Moraes Filho, docente da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e integrante do núcleo gestor do programa federal Inglês sem Fronteiras: “Os alunos [universitários] não falam inglês.” Fonte
  • CNN
    Desconsiderando os estereótipos citados na página, no que se refere ao idioma lê-se que:
    “não são muitos brasileiros que falam inglês, particularmente fora do Rio de Janeiro e São Paulo.” Fonte

Tendo isso em vista, a metodologia aplicada no ensino na Letras.br é adaptada às necessidades apresentadas no processo de aprendizagem individuais, mesmo estando em grupo, tendo seu foco voltado para a assimilação do conhecimento de forma mais efetiva e aquisição de habilidades desejáveis no trato social.

Essa configuração de trabalho é resultado da combinação de anos de experiência de ensino, a fundamentação em estudos científicos e diversas experiências aplicadas para desenvolver a metodologia personalizada atual, observando-se a competência comunicacional como objetivo. Nesse sentido, a forma como o trabalho é conduzido afasta-se dos sistemas tradicionais de ensino de idiomas, configurando-se como um treinamento.

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  • Formalmente, o início do trabalho como professor de inglês data de 1999;
  • Intercâmbio – curso de especialização para professores de inglês em Londres, na St. Gilles College, certificação avançada (2001);
  • Graduação em Letras (UFMG) – Bacharelado em Alemão (2009);
  • Professor de inglês e alemão no Centro de Extensão da Faculdade de Letras da UFMG (2007-2009);
  • Graduação em Letras (UFMG) – Bacharelado em Português (parcialmente concluído);
  • Intercâmbio – InterDaF e.V. am Herder-Institut der Universität Leipzig (Leipzig, Alemanha, 2012);
  • Mestrado em Linguística do Texto e do Discurso (UFMG, 2013);
  • Doutorando em Linguística do Texto e do Discurso (UFMG, 2016).

Durante o período da Graduação foi feita a opção pela formação complementar* em Psicologia. As disciplinas cursadas foram: Psicologia da Educação e Problemas de Aprendizagem, Psicologia da Personalidade, Psicologia do Desenvolvimento, Psicologogia Social e Psicanálise. Além disso, durante a Graduação e Pós-Graduação houve participação em diversos minicursos em Neurociências e Análise do Discurso.
*Uso de disciplinas optativas em outros cursos da faculdade.

Aprenda a falar de forma eficiente

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Mas onde é mesmo?

Diversos alunos de cidades próximas encontraram a solução para o aprendizado de idiomas aqui, não deixe a distância lhe impedir de conseguir algo importante para várias áreas de sua vida. Há flexibilidade em nossa forma de trabalhar. Conte-nos a sua necessidade e certamente encontraremos uma solução acessível.

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